quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Campanha de conscientização sobre a importância do silêncio na biblioteca será lançada no dia 22 de fevereiro.

A campanha "O SUCESSO DO SILÊNCIO" tem como objetivo diminuir o excesso de barulho produzido por funcionários e comunidade acadêmica no interior da biblioteca, através da sensibilização e conscientização da importância do silêncio neste tipo de ambiente.

O coquetel de lançamento da campanha ocorrerá no dia 22 de fevereiro (sexta), às 10h, no saguão principal da Biblioteca Central. Prestigiem !!!

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O Instituto de Ciências Humanas e da Informação (ICHI) lança site

O site do Instituto de Ciências Humanas e da Informação(ICHI) já está no ar (www.ichi.furg.br) O lançamento ocorreu na Reunião do Conselho da Unidade, com a presença de todos os conselheiros, além de professores, técnicos e convidados. No site são encontradas informações do próprio Instituto e colaboradores, calendário das reuniões administrativas e do conselho, notícias e galeria de fotos. Foi desenvolvido pela equipe administrativa do ICHI, orientada pela diretora, professora doutora Derocina Alves Campos Sosa, e um dos colaboradores da equipe de informática da Unidade.
Segundo a professora Derocina, a criação do site caracteriza um importante instrumento de divulgação das ações do Instituto, bem como um canal de conexão da comunidade acadêmica e público em geral com o Instituto. Nesse sentido, destaca a inserção futura de outras ferramentas para solicitação de demandas da Unidade, atualmente em construção. Nele, a comunidade poderá realizar consultas aos professores, disciplinas, Quadro de Sequência Lógica (QSL) e perguntas comuns sobre as rotinas acadêmicas e administrativas.

Fonte: http://www.furg.br 13/02/2013

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Menos da metade dos professores de escolas públicas leem no tempo livre

                                                   Crédito: http://www.freedigitalphotos.net


Brasília - Um cabo de vassoura que era capaz de falar e sentir era o protagonista do primeiro livro lido pela então adolescente Denise Pazito. Hoje, professora e pedagoga no Espírito Santo, ela fala da experiência em seu blog. "O livro foi indicado pela escola. Provavelmente, eu estava no 4° ou 5° ano. Ele se chamava Memórias de um Cabo de Vassoura e o seu autor era Orígenes Lessa. Professora inspirada a minha. Acertou na mosca. Uma história encantadora. Me encantou pelo mundo das letras."

Mas assim como são capazes de encantar, os professores têm em suas mãos o poder de desencantar, não por intenção, às vezes por desconhecimento. Uma pesquisa feita pelo QEdu: Aprendizado em Foco, uma parceria entre a Meritt e a Fundação Lemann., organização sem fins lucrativos voltada para educação, mostra que menos da metade dos professores das escolas públicas brasileiras tem o hábito de ler no tempo livre.

Baseado nas respostas dadas aos questionários socioeconômicos da Prova Brasil 2011, aplicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e divulgados em agosto do ano passado, o levantamento do QEdu mostra que dos 225.348 professores que responderam à questão, 101.933 (45%) leem sempre ou quase sempre, 46.748 (21%) o fazem eventualmente e 76.667 (34%), nunca ou quase nunca.
No caso de Denise, a leitura levou essa prática para as salas de aula, no entanto, muitos brasileiros terminam o ensino básico sem ler um livro inteiro. Para além da falta do hábito de leitura, a questão pode estar ligada a infraestrutura.

"O número de professores que não leem é chocante, mas isso pode estar ligado ao acesso. É preciso lembrar que faltam bibliotecas e que um livro é caro. Um professor de educação básica ganha em média 40% menos que um profissional de ensino superior. Acho que faltam políticas de incentivo. Não acredito que seja apenas desinteresse", diz a diretora executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz.

Um levantamento divulgado em janeiro pelo movimento mostra que o Brasil precisa construir 128 mil bibliotecas escolares em sete anos para cumprir uma lei federal que vigora desde 2010. Segundo a pesquisa, faltam 128 mil bibliotecas no país. Para sanar esse déficit até 2020, deveriam ser erguidos 39 espaços por dia, em unidades de ensino públicas e particulares. Atualmente, a deficiência é maior nas escolas públicas (113.269), o que obrigaria a construção de 34 unidades por dia até 2020.
Para Priscila, uma possível solução seriam os livros digitais. O Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional (ProInfo Integrado) do Ministério da Educação distribui equipamentos tecnológicos nas escolas e oferece conteúdos e recursos multimídia.

Além disso, o governo facilita o acesso aos conteúdos por meio da distribuição de tablets, tanto para professores quanto para estudantes. No ano passado, o MEC transferiu R$ 117 milhões para 24 estados e o Distrito Federal para a compra de 382.317 tablets, destinados inicialmente a professores do ensino médio.

Sobre o acesso digital, os dados do levantamento do QEdu mostram que 68% dos professores (148.910) que responderam à pergunta usam computador em sala de aula. O estado com a maior porcentagem é Mato Grosso do Sul: 95% dos professores disseram que usam o equipamento. O Maranhão é o estado com a menor porcentagem (50,5%) de professores fazem o uso do computador. É lá também onde se constatou a maior porcentagem de escolas onde não há computadores: 38,3%. Estão no Sudeste, no entanto, as maiores porcentagens dos professores que acreditam não ser necessário o uso de computador nas salas: Minas Gerais (16%), Rio de Janeiro (15,4%) e São Paulo (15%).

O responsável pelo estudo, o coordenador de Projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins, diz que o país ainda tem problemas estruturais que dificultam o acesso a tecnologias. "Existem muitos desafios no país ligados a problemas de infraestrutura. Não apenas de acesso às máquinas, mas de acesso à internet, à qualidade dos sinais", disse.
Ao recepcionar o professor norte-americano, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ressaltou a importância dos meios digitais: “O conteúdo ao qual o filho dos mais ricos tem acesso pode ser dado aos menos servidos de educação. Queremos tornar a educação não algo escasso, mas um direito humano que todas as pessoas possam ter”, disse.

Fonte: Mariana Tokarnia (Repórter da Agência Brasil)
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

PRÊMIOS CIENTÍFICOS

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é pioneiro na concessão de prêmios no Brasil. Desde a década de 70, os prêmios do CNPq cumprem o papel de instrumentos de divulgação e valorização da política de desenvolvimento científico e tecnológico, contribuindo para uma articulação efetiva com entidades parceiras dos setores público e privado. Os agraciados são estudantes e pesquisadores renomados, que representam as duas pontas da cadeia de produção de ciência, tecnologia e inovação. Com temáticas, categorias e públicos variados, os prêmios incentivam a formação e o aprimoramento do quadro de pesquisadores brasileiros nas diversas áreas do conhecimento. Visite os hotsites dos prêmios organizados e apoiados pelo CNPq clicando nos links abaixo.

                                   

     Prêmio Jovem Cientista

Tem como objetivos promover a reflexão e a pesquisa, revelar talentos e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução ...



Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero

 Tem como objetivos estimular a reflexão crítica e impulsionar a pesquisa sobre as desigualdades existentes entre homens e mulheres em nosso país, ...

 

 

                                             Prêmio de Fotografia - Ciência & Arte

 Lançado em 2011, durante as comemorações dos 60 anos do CNPq, foi concebido como um marco para a criação do acervo de imagens relativas à produção e ...

 


Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica

 Instituído em 2003, teve sua abrangência ampliada em 2012, quando ganhou a denominação atual. Tem como objetivos premiar bolsistas de iniciação ...

 

 

Menção Especial de Agradecimento

 
 Instituído em 2005, consiste na concessão de diploma e medalha aos colaboradores - pessoa física ou jurídica - em reconhecimento aos significativos ...

Prêmio Almirante Álvaro Alberto para a Ciência e Tecnologia

 Consiste na mais importante honraria em ciência e tecnologia do País. É entregue em reconhecimento aos cientistas brasileiros que se destacaram pela ...

 

 

Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica

 Concebido em 1978, é direcionado para jornalistas profissionais, pesquisadores, escritores, instituições e veículos de comunicação que tenham ...

 

 

Prêmio Petrobras de Tecnologia

 Promover a cooperação entre o PETRÓLEO BRASILEIRO S.A - PETROBRAS e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) visando a ...

 

Pesquisador Emérito

 Instituído em 2005, é outorgado pelo CNPq ao pesquisador brasileiro ou estrangeiro radicado no Brasil há dez anos ou mais. A escolha do agraciado ...

 

 

Prêmio MERCOSUL de Ciência e Tecnologia

 É uma iniciativa da Reunião especializada de Ciência e Tecnologia do Mercosul (Recyt), do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI) e do ...

 

 

 

Fonte: CNPq 

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Livros eletrônicos de Biblioteconomia

A Associação dos Bibliotecários de Goiás disponibiliza, em sua página, novos e-books das áreas de Biblioteconomia, Arquivologia e Ciência da Informação.

 Acesse:http://www.abgo.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=376&Itemid=75

Fonte: Blog "A Informação".
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sábado, 19 de janeiro de 2013

Novas postagens em fevereiro. Motivo: Férias.

Atenciosamente,
Simone T. Przybylski (editora deste blog)
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

SiB promove apresentação sobre Base de Dados e E-books



 
                                                         Crédito: http://freedigitalphotos.net

O Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande, convida os docentes e discentes de graduação e pós-graduação da FURG e demais interessados, a participarem da apresentação sobre a base de dados e e-books, ministrada por representantes da EBSCO no Brasil. A comunicação terá como tema as novidades do mercado editorial, relativa às bases de dados para pós graduação. Os E-books da EBSCOhost também será apresentado, assim como o Serviço de Descoberta, sendo este, visando integrar todos os recursos da biblioteca em um único local de busca. O evento ocorrerá dia 17/01/2013 (quinta-feira), às 10h, na FURG campus Carreiros, Pav. 4, sala 4115.

Favor, manifestar interesse até o dia do evento, pelo e-mail sib.direcao@furg.br, contendo nome, vínculo (discente, docente, técnico ou outro) e telefone de contato.

Qualquer dúvida entrar em contato pelo e-mail acima ou pelos telefones (53)3233-6675 / (53)8403-7299.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Menções Honrosas para Poema e Conto

POEMAS:

- "Olhares", de Paulo Olmedo.
 

Olhares



Olhos me observam.

Me vêem.
Me velam.
Eu me escapo, me fujo, escondo-me dos olhares alheios.
Ele se multiplicam,
me complicam,
querem saber o que faço,
por que faço,
buscar uma lógica na minha irracionalidade.

Eu me enervo,
desgosto,
detesto que me olhem.
Quando eu me olho,
no espelho,
não me vejo.

Ou vejo,
algo que não me remete,
mas me compromete,
talvez por tal e tanto, mesmo diante do meu espanto,
os olhos me olham, me cercam.

Mas antes que eu quisesse que tais e quais me olhassem eu pudesse,
nem que seja em uma prece,
me esconder, faria de tudo para poder
mesmo que insistissem
e se os olhos olhassem, torceria para que não me vissem.

Eu me perturbo, talvez desenganado
que os olhos que me vêem estejam olhando para o lado,
mas penso no fundo do âmago,
mesmo que seja engano,
que tantos quantos me observam, me velam, me esperam
e eu me desespero, inquieto e manso,
que até no meu mais profundo descanso,
alguém me quer olhar.

Imito Édipo e furo meus olhos para não ver tanto
que tais e quais e tanto e quanto
enquanto me concentro no meu breve espanto
de canto de olho talvez encontro um observador e tanto.

E me irrito, e insisto,
que me tiraram para cristo,
observando-me sinistro,
mesmo que eu não seja nem perto disto.

E resolvo abrir os olhos em pleno desalinho,
cansado do olhar vizinho,
talvez me achem mesquinho,
mas detesto o fixo olhar alheio em meio ao meu caminho
e faço força, entediado, de ao menos olhar pro lado
e descobrir,
embaraçado,
que me encontro sozinho.
 
- "Poema para Helena", de Paulo Tagliani

Poema para Helena

Da janela do apartamento

diviso as distantes luzes urbanas,

estrelas florianopolitanas

a refletirem-se no líquido espelho oceânico.
E nesse momento,
deteve-se meu pensamento,
como se entre uma hora e outra
abriu-se um espaço, um lapso de tempo,
sem futuro e sem passado,
e ali me reteve, docemente aprisionado
nesse encantamento,
até que suavíssimos beijos resgataram-me o presente
daquele momento profundo:
era a doce Helena
que trazia em seus lábios
o frescor da noite marinha
e em seus olhos, sua tez morena
toda a ternura do mundo.
 

- "Com o estetoscópio e o pêndulo", de Aline Cristina Calçada de Oliveira. 

Com o estetoscópio e o pêndulo



Ao auscultarmos o pulsar

Do coração de uma pessoa

Pelo estetoscópio
Podemos perceber
Cada som
Cada sopro de suas câmaras
O “Tum-tá” que tem intervalo
Ritmo, amplitude e movimento
Mas se utilizarmos nossos corações
Nossas mãos e um pêndulo
Podemos vislumbrar os chacras                       
E com eles
O badalar além do tempo
E sentir um som uníssono
Da pulsão do Universo
Nos fluxos de seus vórtices
Num devir infinitamente bendito
Na virtualidade da vida
Onde a criação acontece
Agora e agora...
 
 CONTO:

- "No trem", de Rosane carvalho.


No Trem



Já estava no trem, desses que levam a gente de um estado para o outro, no interior do Brasil. O meu destino era a casa de meus pais, após alguns meses sem vê-los devido ao meu trabalho, que faz com que eu passe um longo período no litoral. A viagem era tranquila, e eu contemplava o cenário pela janela. Em certa estação, ainda faltando umas três horas para eu chegar a meu destino, subiu um senhor e sentou ao meu lado, depois de me cumprimentar de uma maneira alegre como se faz com uma pessoa que se quer bem, dizendo que a viagem era longa e sentaria ali para conversarmos, já que “ha tempos não me via”. No início pensei que ele havia se confundido, achando que eu fosse outra pessoa. Mas quando me chamou pelo nome, percebi que não se tratava de um estranho. No início, fiquei meio sem graça, por não lembrar dele, na realidade parecia nunca te-lo visto antes.  Então ele começou a me falar de sua doença e as custosas viagens para o tratamento.  A conversa seguiu e ele perguntou por meu pai, sabia até de seu problema no rim, que o acompanha há muitos anos. Depois falamos de meu tio e sua criação de codornas,...e assim prosseguimos a viagem. Aquele homem, com uma conversa de quem realmente conhecia meus familiares. A cada assunto que ele trazia, percebia que era íntimo conhecido da família. Sabia também de mim, das minhas travessuras quando criança, de quando decidi sair de casa para ir cursar a faculdade e viver em uma cidade maior. Até meu emprego atual não era novidade para ele. Falava com a simplicidade de homem do campo, e eu, ao mesmo tempo que participava da conversa, intrigado, em meus pensamentos, me perguntava: quem será essa pessoa? Fiz um esforço para lembrar, reparei na sua maneira de falar, no seu jeito, ao mesmo tempo em que procurava na memória, algum vestígio de lembrança, mas nada encontrei! No início, meio surpreso, fui respondendo, achando que no caminho me lembraria. Depois até achei engraçado, falar com alguém que parecia nunca ter visto e que sabia tanto de mim! Mas a cada assunto me surpreendia com  seu conhecimento sobre minha vida. E, a cada pausa na conversa, ficava pensando uma maneira menos constrangedora de identificá-lo, para saber de quem se tratava, ou pelo menos pegar uma pista para falar aos meus pais. O seu nome, ou de algum parente, local onde morava...qualquer pista seria preciosa, mas nada! Eles certamente saberiam de quem se tratava. Mas como perguntar por alguém de sua família? Não sabia com quem morava, nem se tinha filhos.

O trem já se aproximava da última estação antes da minha, faltando meia hora para eu chegar, meu companheiro de viagem disse que era nesta que ele ficava, mandou lembranças para todos, falou para eu aproveitar a minha estada e aparecer com meus pais para visita-lo. Então como ultima chance de saber de quem se tratava, na esperança de encontrar algo como referência pra saber com quem eu conversava, ou dele falar um nome de um conhecido que fosse seu parente, falei:  Passou tão rápido, nem mesmo deu tempo do senhor contar dos seus, e como eles vão? E ele, na sua simplicidade, já levantando do banco disse: ah! Por aqui, sempre sem novidade, tudo bem, todos tocando a vidinha de sempre!

Ele desceu do trem e eu fiquei sem referencia do cidadão! 
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